8 de ago. de 2012

Que dia, heim


Sonhei que eu estava lá na escola, numa sala que tem mesas. Estávamos tendo aula de artes, e o professor saiu da sala. 
Minha amiga mariana estava sentada em uma mesa que tinha um negócio alto em cima para ficar mais alto, aí ela sentou na mesa de trás com alguém e eu sentei no lugar dela, meio que deitado e quase dormi. Eu fingi que tava dormindo, aí eu escutei alguém falando pra Mariana: "não mexe nele", mas a Mariana ia mexer, quando bem na hora fiquei super apertado para fazer xixi e acabei me mijando, aí eu tentei tampar com a mão (eu estava com o short do pijama) e saí correndo pro banheiro para fazer xixi, fiquei morrendo de vergonha, porque acho que ela viu meu...

Aí mais tarde, na hora de ir pra casa, estava chovendo e eu estava indo, quando acabou a luz da rua e estava de noite, só os sinais estavam acesos e as luzes dos carros, aí eu fui indo mais devagar e com cuidado. Quando eu cheguei no sinal, ele estava todo diferente, tava cheio de luzes e elas eram quadradas. (...)


Eu não conseguia saber se ele tava fechado ou aberto, então eu atravessei porque um ônibus parou e eu imaginei que deveria estar fechado. Eu fui andando pelo meio entre as duas ruas com muito cuidado porque não dava para ver quase nada, até chegar na outra faixa, onde foi construído um outro sinal. Lá, o sinal fechou, mas os carros que faziam a curva e chegavam até ali deslizavam como se tivesse cheio de sabão na rua, aí um derrapou e foi parar lá do outro lado. O outro carro conseguiu parar e o que veio atrás bateu no que parou, causando um engavetamento nos carros de trás e eu estava no meio esperando pra atravessar. Por centímetros um carro não me atropela ali, aí quando deu para atravessar eu atravessei e passaram mais carros derrapando ali e batendo em outros até que um derrubou o sinal. Eu continuei indo para casa, e cheguei bem em casa, e fui dormir, no dia seguinte passou no jornal o que tinha acontecido lá com os carros, aí eu acordei. FIM. Apesar de tudo de ruim que aconteceu eu gostei."

(Por: Marcus Rerre)



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